sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Posse da Gestão VIVA VOZ para o anuênio 2009-2010 do CARI

Após os resultados das eleições para o CARI serem confirmados em Assembléia na manhã do dia 20 de outubro pelos estudantes, a diretoria do Centro Acadêmico foi passada pela gestão Prisma à gestão Viva Voz, ontem, 22 de outubro.



A Posse foi seguida pela primeira Reunião Administrativa da nova gestão, quando ocorreu a eleição do novo Conselho Fiscal e foram discutidos diversos outros pontos, com destaque para o ENADE. Por fim, todos comeram bolo!



Novo Conselho Fiscal - Cássio, Marina e Marcos

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Amanhã, terça-feira (20/10) haverá a Assembléia para deliberar sobre o que será feito do CARI.
A Assembléia é soberana em sua decisão, e quem estiver presente poderá expressar o que acha que deve acontecer, e votar na proposta que entender ser a mais adequada. Por isso é importante que todos compareçam!
A primeira chamada será às oito e meia da manhã no Salão Nobre - campus do centro. Não havendo quórum, a Assembléia será iniciada às nove horas da manhã com os estudantes que estiverem presentes.
Contamos com vocês.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Impugnação das Eleições Cari 2009/2010

Na apuração da Eleição para Diretoria do CARI 2009-2010 houve 248 assinaturas na lista de estudantes do curso, comprovando sua votação. Porém, não houve somente 248 cédulas depositas na urna, mas 250.
A diferença no número de assinaturas/cédulas é prevista no Regimento Eleitoral, pois é previsto que haja algum erro da mesa ou do votante. Porém, adimite-se apenas 1 voto de diferença para mais, ou 4 votos de diferença para menos. Dessa forma, tendo 2 votos a mais, a eleição está impugnada (cancelada).
Não é previsto em EDITAL ou REGIMENTO o caminho a ser seguido após a impugnação das eleições. O que é previsto em ESTATUTO, é: cumprido o período de 1 ano da gestão vigente (que neste caso vencerá dia 20/10), e nenhuma diretoria for empossada, deverá ser convocada uma Assembléia Geral para devidas deliberações. (Art. 49 - Estatuto do CARI)

É de conhecimento da Comissão Eleitoral que no primeiro dia de votação no período noturno, uma das cédulas assinadas pelos 4 mesários (ou seja caracterizando voto válido), foi depositada na urna por ENGANO. Esta cédula foi o único voto em BRANCO das eleições. Infelizmente os mesários em questão não formalizaram tal problema, o que se feito, transformaria este voto em INVÁLIDO e não acarretaria na impugnação das eleições. Tendo em vista tal fato, logo após a impugnação, nós, da Chapa Viva Voz, assim como previsto no Regimento Eleitoral, formalizamos por escrito nosso descontentamento com o resultado das eleições.

Entendemos que as eleições foram realizadas de forma democrática sem nenhum tipo de favorecimento para nenhuma das chapas e teve resultado contrastante sobre a vontade dos alunos de Relações Internacionais na escolha para a nova Diretoria para o Centro Acadêmico de Relações Internacionais.
Além disso, o lançamento de um NOVO EDITAL imediatamente no dia posterior à impugnação sabendo que não existe tempo hábil implicará diretamente no DESCUMPRIMENTO do Estatuto.

O que a chapa Viva Voz pleiteia é que a atual gestão cumpra seu mandato até o dia previsto e que seja realizada a Assembléia Geral, prevista anteriormente, na qual os alunos possam então deliberar da forma que considerarem mais adequada.
Respeitamos a soberania desta Assembléia e qualquer resultado oriundo desta será por nós entendido como a vontade dos alunos de Relações Internacionais.

• Não descartamos novo pleito com prazo que daria início a novas eleições com a manutenção da atual gestão.
• Não descartamos novo processo de votação
• Como também não podemos descartar que a Assembléia possa RATIFICAR o saldo das eleições, entendendo que o erro ocorrido não deturpa o processo democrático. Gostaríamos de ressaltar o fato de termos recebido mais da metade dos votos.

A chapa Viva Voz agradece todos os votos depositados, que são a manifestação de confiança na postura do nosso grupo e de crença nas nossas propostas.

Saldo das eleições:
Chapa Equilíbrio - 47
Chapa Identidade - 53
Chapa Viva Voz - 145

domingo, 4 de outubro de 2009

Alguns dias após o debate, fizemos uma releitura e algumas ponderações em relação aos apontamentos daquele dia. Consideramos importante ressaltar alguns aspectos da nossa política, responder algumas perguntas que por um motivo ou outro não foram bem salientadas, ou que não puderam ser feitas por uma questão de tempo mesmo.
Mais esclarecimentos serão postados, e seria excelente que vocês comentassem com as dúvidas, críticas e opiniões. Assim podemos deixar o mínimo de lacunas possível.


Sobre a redução de vagas:
Primeiramente, é importante ressaltar que se trata de uma questão muito delicada, com várias implicações a serem cogitadas, e ela com certeza não conseguirá ser totalmente abarcada aqui.
No entanto, acreditamos que como premissa para a melhoria da qualidade do curso a redução de vagas não se aplica. No entanto, é pedagogicamente mais proveitoso haver menos estudantes em sala de aula, o que permite que o professor trabalhe melhor as particularidades de cada um, corrija em tempo e com qualidade todas as avaliações e trabalhos, contemple os estudantes na questão de orientação à pesquisa.
Por outro lado, há que se pensar se a redução de 100 para 80 alunos, mudaria significativamente a qualidade do ensino... então será que vale a pena restringir ainda mais a quantidade de pessoas que entram na universidade? Quando falamos de redução de vagas estamos afetando também aqueles que ainda nem passaram pelo vestibular.
Outro ponto: não perceber a redução de vagas como solução não quer dizer que estejamos propondo o aumento de vagas. Temos que ser realistas, calcular o número de professores contratados, disponibilidade deles para orientar pesquisa e extensão e ainda estarem disponívies para as aulas na Graduação. Temos que pensar na verba que o curso dispõe, no espaço físico e nas condições do mercado.

Em relação ao movimento estudantil:
É inegável que enquanto discentes de uma universidade prioritariamente pública que almejam um maior espaço em um Centro prioritariamente Acadêmico, fazemos parte deste movimento. Infeliz e erroneamente, muitas pessoas segregam o grupo de discentes a que tomam parte, do grupo maior que é o próprio grupo estudantil - se o termo facilita a compreensão. E isto ocorre devido ao fato de vários setores do que é o movimento estudantil ser hoje composto por uma cadeia de influências externo-partidárias, as quais de fato, não concordamos. E por este motivo, encaramos com sincera relevância os meios que nesse ramo nos competem, o que significa dizer que estamos engajados em uma idéia organizacional do corpo estudantil, acreditando que este possa ser visto sob uma nova ótica a partir de espaços que pudermos usufruir.

Em relação ao nosso projeto de organizar eventos junto aos grupos de extensão da FHDSS:
Imbuídos do compromisso de sermos parte intrínseca da universidade pública em um campus de heterogeneidades que nos são favoráveis, ansiamos ouvir propostas, encaminhar pensamentos e, principalmente, encontrar uma forma de trabalhar em conjunto com os grupos nos vários aspectos destes, como uma forma não de omitir diferenças no que tange aos objetivos dos discentes de Relações Internacionais, mas sim como forma de conciliar um aprendizado mútuo entre as partes que conseguirmos congregar.
Neste anuênio de 2009, rompendo tradições, a FHDSS não realizou a festa junina. Esta, para quem não conheceu o que ela atinge, é um evento organizado por todos os cursos, grupos, idéias e vontades do nosso campus. É prejuízo para todos pensarmos na hipótese de que este rompimento possa vir a ser nossa nova tradição, bem como acreditar que não há outros eventos em nível cultural ou científico-acadêmico que possamos realizar em conjunto.

A aproximação da entidade CARI com os demais Representantes Discentes:
Tal preocupação é componente de uma crença do grupo Viva Voz que o CARI também faz parte do que se denomina representação discente, e o trabalho em blocos destes RDs somente segrega objetivos e reduz a potencialidade dos mesmos.
Para tal, além da imprensa, à qual atribuímos um caráter de indispensável, pretendemos, de imediato, organizar um banco de dados com os dados de todos os Representantes Discentes do campus, como forma de facilitar o contato com os mesmos. Tais contatos servirão para que organizemos semanal, quinzenal ou mensalmente - a depender das prioridades e da disponibilidade dos RDs - reuniões representativas temáticas, ou seja, com temas-foco das principais situações pendentes em nosso novo campus e suas implicações para com a sociedade. Assim a representação pode ser de fato mais afinada com o que os estudantes desejam e pensam.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Carta Proposta - Eleição CARI / UNESP-FRANCA 2009/2010

Viva Voz

A universidade publica é um organismo vivo e dinâmico, que produz e se reproduz em seus diversos braços. A Unesp tem nesse contexto um papel crucial que nos remete ao seu projeto primeiro, que é a multilocalidade de seus campi para que, embasada no tripé ensino-pesquisa-extensão, todo o estado de São Paulo fosse desenvolvido pela atuação da universidade. Nós, unespianos, temos uma proposta diferenciada das outras universidades publicas no que tange a atuação em relação a sociedade. Essa relação é direta, cara a cara. Arcamos com a responsabilidade para com a sociedade de estarmos em uma universidade pública, e essa dívida parece ter maior peso em nossa universidade, justamente pela sua proposta inicial. Mais que isso, é uma universidade pública que não se aloca numa capital, mas sim numa cidade que tem necessidades a serem supridas e potencial para se desenvolver ainda mais. Na medida em que produzimos conhecimento, não há sentido para mantê-lo enclausurado. Está aqui a responsabilidade: de buscar o fomento do tripé da universidade publica. É preciso ter a consciência de que não estamos dissociados da realidade que ocorre além dos muros da Unesp, e é nesses preceitos que elaboramos nossa carta proposta à eleição para diretoria do Centro Acadêmico de Relações Internacionais “João Cabral de Melo Neto”.

Entendemos que o Centro Acadêmico de Relações Internacionais deve atuar como uma caixa de ressonância para as diversas vozes e ânimos dos alunos, para que assim possamos representá-los com efetividade e dignidade. Temos a consciência de que fazemos parte desse organismo vivo e dinâmico e entendemos como esse organismo funciona. É preciso criar vias de comunicação mais acessíveis aos alunos e nossas propostas baseiam-se neste contato, que deve ser de mão dupla. Para isto, elaboramos um Plano de Ação para a Coordenadoria de Imprensa. O grande propósito por trás de todos esses meios de comunicação entre o CA e os alunos é para que estes entendam que, de acordo com o próprio estatuto do CARI, eles são membros efetivos desse órgão, e assim tenham o sentimento de pertencimento e responsabilidade para com o curso e com os rumos que ele toma, ressaltando assim a horizontalidade entre os alunos e os membros do CARI. Esses meios de comunicação serão como os nervos de um corpo vivo, para que aonde haja desconforto, ele seja detectado pelo órgão representativo dos estudantes e analisado, nas perspectivas apresentadas, compreendido, e finalmente correspondido em ações coerentes. A Coordenadoria de Imprensa do CARI terá papel de suma importância nesse contexto de detectar quais são as deficiências do curso, pois ele atuaria como a voz dos alunos, tendo sua legitimidade garantida pelos diversos meios de comunicação e interação entre os estudantes e o CARI.

O Centro Acadêmico sendo o centro nevrálgico de todo esse sistema de interações atuaria por meio de suas coordenadorias de acordo com as necessidades do curso e do campus, tendo em mente seu lugar em um sistema que não possui apenas estudantes do curso de RI e órgão legal como variáveis. A "CHAPA" vê que não pode ser um fim em si mesma, ou seja, não pode atuar como se fosse uma entidade avulsa. A “Viva Voz" prevê o diálogo e a cooperação com as outras entidades representativas do campus para que assim, atuando como um verdadeiro organismo que somos, possamos clamar nossas reivindicações, como assuntos relativos ao estado atual do campus, por exemplo, com mais efetividade.

Nós, se tivermos a oportunidade, trabalharemos assim, com relativa consonância com os outros órgãos representativos, devido às peculiaridades que cada órgão possui na sua maneira de gerir, e com a legitimidade garantida pela abertura de uma cadeia de comunicação extensa e acessível, para que o fluxo de produtividade realizada na universidade pública, conseqüência de seu dinamismo, não seja de caráter centrípeto, ou seja, fique dentro dos limites físicos da universidade, mas sim de um caráter centrífugo, no qual o conhecimento aqui produzido transcende os muros da universidade e alcance a sociedade, retribuindo assim o investimento que nos é confiado.

É necessário que, no final deste processo, questione-se quais são as reais fronteiras da universidade pública. Nós acreditamos que esta deva apresentar fronteiras subjetivas, produtos de uma interação entre sociedade e universidade na qual é impossível saber onde começa uma e acaba a outra. Nosso esforço é construir um caminho que começa na aproximação com os demais centros acadêmicos, uma vez que temos questões comuns a serem trabalhadas, e a partir daí identificar possíveis e prováveis colaborações acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão.

É preciso deixar claro que este movimento de integração não implica em deixar de contemplar as ações que o Centro Acadêmico deve exercer para agregar ao curso de Relações Internacionais. Entendemos que além de se ver parte de um organismo maior, o CA deve estar sempre atento para as demandas e lacunas do próprio curso. A produção de eventos, o trabalho para que possamos trazer profissionais, pesquisadores e teóricos de qualidade deve ser intenso. Estaremos atentos para que o legado das duas últimas gestões, de produção de eventos, palestras e mini-cursos não seja deixado de lado, trabalharemos para ampliar não apenas de modo quantitativo, mas principalmente qualitativo, para que as necessidades dos estudantes de Relações sejam assim atingidas. Nós, “Viva Voz", não compartilhamos da visão de que o Centro Acadêmico deva fazer uma escolha por uma das várias necessidades que a Universidade Pública impõe a ele, mas trabalhá-las de forma integrada. Propomos com isto a construção de um calendário, que abarcará do nosso primeiro ao último mês de trabalho da nossa gestão, onde junto com os estudantes discutiremos a realização dos eventos, as datas, interesses entre outras coisas. Além de prever o período de co-gestão que se fizer necessário caso ao fim do nosso possível mandato, a gestão sucessora assim desejar.

Acreditamos que organização e planejamento são essenciais, mas contamos com algo mais, que pode fazer a diferença. Contamos com a vontade de todos os membros da chapa que desde o primeiro instante na Universidade Pública, entenderam que deveriam estar presentes e contribuir. Contamos com a experiência de membros da “Viva Voz” que são: Membros indiscutivelmente assíduos e ativos na atual gestão “Prisma”, Representantes Discentes e membros freqüentadores das R.A´s do Centro Acadêmico. Características únicas neste processo eletivo e que podem facilitar a adaptação, para uma possível gestão.

Em nosso processo de amadurecimento como Chapa nunca desconsideramos o movimento “político” do Curso de Relações Internacionais, e estamos satisfeitos em somar a este movimento e contribuir para que antigas divisões sejam superadas e que caminhos novos sejam pautados pelo cuidado à Universidade Pública, construção efetiva do nosso curso e pelo comprometimento com a representatividade.

Plano de Ação para IMPRENSA

A proposta para coordenadoria de Imprensa baseia-se na empatia com os alunos e na participação dos mesmos junto ao Centro Acadêmico e a Universidade.

· Site
Ferramenta para podermos ter um BLOG, no próprio site.
Levantamento de TODAS as gestões. (Membros, Período, Características pelos próprios membros, maiores dificuldades e principal conquista)
História do Curso de Relações Internacionais, no Brasil e na UNESP (Ênfase a UNESP-FRANCA).
Representantes Discentes (Fotos, Currículo Acadêmico, Foco de pesquisa se tiver. Mandato)
Grade do Curso (UNESP FRANCA) – Se possível disponibilizar as grades anteriores para mostrar evolução ou não.
Disponibilização do(s) PodCast’s, no site.

· PodCast’s
Das reuniões entre RD’s promovida pela gestão, irão resultar PodCast’s para informar os estudantes de forma diferente e interativa, sobre os órgãos internos da Universidade.

· Jornal Mensal
Informação relevante para os estudantes e para a Universidade como data de eventos, análises de problemas com o curso ou campus, etc
Artigos produzidos pelos estudantes e por Grupos de Pesquisa e Extensão relevantes a R.I.
Calendário de eventos do mês atual e do mês seguinte.

· Panfletos
Utilizar de panfletos, para abordar temas polêmicos ou que o CA entenda que é necessário gerar algum tipo de movimento política ou discussão mais intensa.



Plano de Ação para ÁREA ACADÊMICO-CULTURAL

· Trabalhar como regra geral para eventos, sempre na criação de uma comissão de ação para cada evento. O coordenador de eventos da gestão seria responsável (e com a ajuda de algum outro membro da gestão se necessário), pela gestão do evento, organização de tarefas. Mas como prioridade da chapa, queremos propor a mais efetividade e participação dos alunos na elaboração e efetivação dos eventos. Todo evento que a gestão fizer, deve ter um projeto inicial apresentado não só para gestão, mas em R.A., para que os alunos possam contribuir, mesmo ANTES da criação da comissão deste evento.
· Elaboração de um calendário, em conjunto com os estudantes, provavelmente na primeira R.A., para que possamos construir e projetar o ano de gestão com os alunos. Este calendário seria exposto nos murais e no site do CA, além de possibilitar à gestão certa tranqüilidade na questão tempo, para planejar os eventos e agir junto à burocracia da Universidade no que for necessário para a viabilização destes.
· Organização de palestras tanto de teor teórico (inclusive de áreas correlatas) como para tratar de temas internacionais imediatos.
· Elaboração de cursos focados na área profissionalizante, aprofundando áreas de interesse dos estudantes (como administração de empresas, negociações, etc).
· Participar da organização do II Fórum de Relações Internacionais (agora um evento institucionalizado pelo Conselho de Curso), por entendermos que este é essencial para a recepção dos calouros e discutir a autonomia da área (epistemológica e profissionalmente).
· Ação na semana do Bixo, principalmente na Comissão de Palestras. As palestras de recepção tem sido bastante enviesadas e não cumprem sua tarefa primordial que é de introduzir a universidade aos calouros.
· Organização e divulgação de Eventos Culturais


Plano de Ação para a ÁREA POLITICA

· Interação e dialogo entre os outros órgãos da faculdade e com os grupos de extensão, para nos situarmos melhor no lugar que ocupamos.
· CA, RD’s e discentes fazem parte de um corpo único. Interação com RD' s.
· Acompanhamento e representação nas reuniões dos colegiados.
· Levantamento dos pontos falhos do curso e da biblioteca através dos diversos meios de comunicação com o CA realizado pela coordenadoria de ensino pesquisa e extensão e ação conjunta com RD’s para solucioná-los.
· As questões do curso compreendem também as questões do campus, pois nele estamos inseridos. Principalmente nessa fase inicial da transferência de campus, muitos problemas se apresentam para serem resolvidos. A ação junto aos CA's é primordial neste momento, principalmente com a iminência da falta de gestão para o D.A. e reativação do Conselho de Entidades em seu lugar.
· Propor a realização de reuniões periódicas com a direção, além das reuniões da Congregação.
· Contato com outros CA’s de RI para realização de discussões permanentes entre as Universidades Públicas (exemplo, discutir FENERI).


Membros:
· Coordenador Geral –
Aline Andrade Rocha

· Coordenador Secretário –
Thaissa dos Santos Marques

· Coordenador Tesoureiro –
Thaisa Mayumi Kochi

· Coordenadoria de Política Interna –
Pedro Henrique de Carvalho Costa

· Coordenadoria de Política Externa –
Anneli Moraes Rabelo Nobre

· Coordenador de Eventos –
Aimée Costa de Carvalho Ramos

· Coordenador de Imprensa –
Renato Ferreira Ribeiro

· Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensáo –
Diego Lopes da Silva

· Suplentes –
Bianca Lucianne Fadel
Thiago Bernardes Ribeiro (Sinistro)