Após os resultados das eleições para o CARI serem confirmados em Assembléia na manhã do dia 20 de outubro pelos estudantes, a diretoria do Centro Acadêmico foi passada pela gestão Prisma à gestão Viva Voz, ontem, 22 de outubro.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Amanhã, terça-feira (20/10) haverá a Assembléia para deliberar sobre o que será feito do CARI.
A Assembléia é soberana em sua decisão, e quem estiver presente poderá expressar o que acha que deve acontecer, e votar na proposta que entender ser a mais adequada. Por isso é importante que todos compareçam!
A primeira chamada será às oito e meia da manhã no Salão Nobre - campus do centro. Não havendo quórum, a Assembléia será iniciada às nove horas da manhã com os estudantes que estiverem presentes.
Contamos com vocês.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Impugnação das Eleições Cari 2009/2010
Na apuração da Eleição para Diretoria do CARI 2009-2010 houve 248 assinaturas na lista de estudantes do curso, comprovando sua votação. Porém, não houve somente 248 cédulas depositas na urna, mas 250.
A diferença no número de assinaturas/cédulas é prevista no Regimento Eleitoral, pois é previsto que haja algum erro da mesa ou do votante. Porém, adimite-se apenas 1 voto de diferença para mais, ou 4 votos de diferença para menos. Dessa forma, tendo 2 votos a mais, a eleição está impugnada (cancelada).
Não é previsto em EDITAL ou REGIMENTO o caminho a ser seguido após a impugnação das eleições. O que é previsto em ESTATUTO, é: cumprido o período de 1 ano da gestão vigente (que neste caso vencerá dia 20/10), e nenhuma diretoria for empossada, deverá ser convocada uma Assembléia Geral para devidas deliberações. (Art. 49 - Estatuto do CARI)
É de conhecimento da Comissão Eleitoral que no primeiro dia de votação no período noturno, uma das cédulas assinadas pelos 4 mesários (ou seja caracterizando voto válido), foi depositada na urna por ENGANO. Esta cédula foi o único voto em BRANCO das eleições. Infelizmente os mesários em questão não formalizaram tal problema, o que se feito, transformaria este voto em INVÁLIDO e não acarretaria na impugnação das eleições. Tendo em vista tal fato, logo após a impugnação, nós, da Chapa Viva Voz, assim como previsto no Regimento Eleitoral, formalizamos por escrito nosso descontentamento com o resultado das eleições.
A diferença no número de assinaturas/cédulas é prevista no Regimento Eleitoral, pois é previsto que haja algum erro da mesa ou do votante. Porém, adimite-se apenas 1 voto de diferença para mais, ou 4 votos de diferença para menos. Dessa forma, tendo 2 votos a mais, a eleição está impugnada (cancelada).
Não é previsto em EDITAL ou REGIMENTO o caminho a ser seguido após a impugnação das eleições. O que é previsto em ESTATUTO, é: cumprido o período de 1 ano da gestão vigente (que neste caso vencerá dia 20/10), e nenhuma diretoria for empossada, deverá ser convocada uma Assembléia Geral para devidas deliberações. (Art. 49 - Estatuto do CARI)
É de conhecimento da Comissão Eleitoral que no primeiro dia de votação no período noturno, uma das cédulas assinadas pelos 4 mesários (ou seja caracterizando voto válido), foi depositada na urna por ENGANO. Esta cédula foi o único voto em BRANCO das eleições. Infelizmente os mesários em questão não formalizaram tal problema, o que se feito, transformaria este voto em INVÁLIDO e não acarretaria na impugnação das eleições. Tendo em vista tal fato, logo após a impugnação, nós, da Chapa Viva Voz, assim como previsto no Regimento Eleitoral, formalizamos por escrito nosso descontentamento com o resultado das eleições.
Entendemos que as eleições foram realizadas de forma democrática sem nenhum tipo de favorecimento para nenhuma das chapas e teve resultado contrastante sobre a vontade dos alunos de Relações Internacionais na escolha para a nova Diretoria para o Centro Acadêmico de Relações Internacionais.
Além disso, o lançamento de um NOVO EDITAL imediatamente no dia posterior à impugnação sabendo que não existe tempo hábil implicará diretamente no DESCUMPRIMENTO do Estatuto.
O que a chapa Viva Voz pleiteia é que a atual gestão cumpra seu mandato até o dia previsto e que seja realizada a Assembléia Geral, prevista anteriormente, na qual os alunos possam então deliberar da forma que considerarem mais adequada.
Respeitamos a soberania desta Assembléia e qualquer resultado oriundo desta será por nós entendido como a vontade dos alunos de Relações Internacionais.
Respeitamos a soberania desta Assembléia e qualquer resultado oriundo desta será por nós entendido como a vontade dos alunos de Relações Internacionais.
• Não descartamos novo pleito com prazo que daria início a novas eleições com a manutenção da atual gestão.
• Não descartamos novo processo de votação
• Como também não podemos descartar que a Assembléia possa RATIFICAR o saldo das eleições, entendendo que o erro ocorrido não deturpa o processo democrático. Gostaríamos de ressaltar o fato de termos recebido mais da metade dos votos.
A chapa Viva Voz agradece todos os votos depositados, que são a manifestação de confiança na postura do nosso grupo e de crença nas nossas propostas.
Saldo das eleições:
Chapa Equilíbrio - 47
Chapa Identidade - 53
• Como também não podemos descartar que a Assembléia possa RATIFICAR o saldo das eleições, entendendo que o erro ocorrido não deturpa o processo democrático. Gostaríamos de ressaltar o fato de termos recebido mais da metade dos votos.
A chapa Viva Voz agradece todos os votos depositados, que são a manifestação de confiança na postura do nosso grupo e de crença nas nossas propostas.
Saldo das eleições:
Chapa Equilíbrio - 47
Chapa Identidade - 53
Chapa Viva Voz - 145
domingo, 4 de outubro de 2009
Alguns dias após o debate, fizemos uma releitura e algumas ponderações em relação aos apontamentos daquele dia. Consideramos importante ressaltar alguns aspectos da nossa política, responder algumas perguntas que por um motivo ou outro não foram bem salientadas, ou que não puderam ser feitas por uma questão de tempo mesmo.
Mais esclarecimentos serão postados, e seria excelente que vocês comentassem com as dúvidas, críticas e opiniões. Assim podemos deixar o mínimo de lacunas possível.
Sobre a redução de vagas:
Primeiramente, é importante ressaltar que se trata de uma questão muito delicada, com várias implicações a serem cogitadas, e ela com certeza não conseguirá ser totalmente abarcada aqui.
No entanto, acreditamos que como premissa para a melhoria da qualidade do curso a redução de vagas não se aplica. No entanto, é pedagogicamente mais proveitoso haver menos estudantes em sala de aula, o que permite que o professor trabalhe melhor as particularidades de cada um, corrija em tempo e com qualidade todas as avaliações e trabalhos, contemple os estudantes na questão de orientação à pesquisa.
Por outro lado, há que se pensar se a redução de 100 para 80 alunos, mudaria significativamente a qualidade do ensino... então será que vale a pena restringir ainda mais a quantidade de pessoas que entram na universidade? Quando falamos de redução de vagas estamos afetando também aqueles que ainda nem passaram pelo vestibular.
Outro ponto: não perceber a redução de vagas como solução não quer dizer que estejamos propondo o aumento de vagas. Temos que ser realistas, calcular o número de professores contratados, disponibilidade deles para orientar pesquisa e extensão e ainda estarem disponívies para as aulas na Graduação. Temos que pensar na verba que o curso dispõe, no espaço físico e nas condições do mercado.
Em relação ao movimento estudantil:
É inegável que enquanto discentes de uma universidade prioritariamente pública que almejam um maior espaço em um Centro prioritariamente Acadêmico, fazemos parte deste movimento. Infeliz e erroneamente, muitas pessoas segregam o grupo de discentes a que tomam parte, do grupo maior que é o próprio grupo estudantil - se o termo facilita a compreensão. E isto ocorre devido ao fato de vários setores do que é o movimento estudantil ser hoje composto por uma cadeia de influências externo-partidárias, as quais de fato, não concordamos. E por este motivo, encaramos com sincera relevância os meios que nesse ramo nos competem, o que significa dizer que estamos engajados em uma idéia organizacional do corpo estudantil, acreditando que este possa ser visto sob uma nova ótica a partir de espaços que pudermos usufruir.
Em relação ao nosso projeto de organizar eventos junto aos grupos de extensão da FHDSS:
Imbuídos do compromisso de sermos parte intrínseca da universidade pública em um campus de heterogeneidades que nos são favoráveis, ansiamos ouvir propostas, encaminhar pensamentos e, principalmente, encontrar uma forma de trabalhar em conjunto com os grupos nos vários aspectos destes, como uma forma não de omitir diferenças no que tange aos objetivos dos discentes de Relações Internacionais, mas sim como forma de conciliar um aprendizado mútuo entre as partes que conseguirmos congregar.
Neste anuênio de 2009, rompendo tradições, a FHDSS não realizou a festa junina. Esta, para quem não conheceu o que ela atinge, é um evento organizado por todos os cursos, grupos, idéias e vontades do nosso campus. É prejuízo para todos pensarmos na hipótese de que este rompimento possa vir a ser nossa nova tradição, bem como acreditar que não há outros eventos em nível cultural ou científico-acadêmico que possamos realizar em conjunto.
A aproximação da entidade CARI com os demais Representantes Discentes:
Tal preocupação é componente de uma crença do grupo Viva Voz que o CARI também faz parte do que se denomina representação discente, e o trabalho em blocos destes RDs somente segrega objetivos e reduz a potencialidade dos mesmos.
Para tal, além da imprensa, à qual atribuímos um caráter de indispensável, pretendemos, de imediato, organizar um banco de dados com os dados de todos os Representantes Discentes do campus, como forma de facilitar o contato com os mesmos. Tais contatos servirão para que organizemos semanal, quinzenal ou mensalmente - a depender das prioridades e da disponibilidade dos RDs - reuniões representativas temáticas, ou seja, com temas-foco das principais situações pendentes em nosso novo campus e suas implicações para com a sociedade. Assim a representação pode ser de fato mais afinada com o que os estudantes desejam e pensam.
Mais esclarecimentos serão postados, e seria excelente que vocês comentassem com as dúvidas, críticas e opiniões. Assim podemos deixar o mínimo de lacunas possível.
Sobre a redução de vagas:
Primeiramente, é importante ressaltar que se trata de uma questão muito delicada, com várias implicações a serem cogitadas, e ela com certeza não conseguirá ser totalmente abarcada aqui.
No entanto, acreditamos que como premissa para a melhoria da qualidade do curso a redução de vagas não se aplica. No entanto, é pedagogicamente mais proveitoso haver menos estudantes em sala de aula, o que permite que o professor trabalhe melhor as particularidades de cada um, corrija em tempo e com qualidade todas as avaliações e trabalhos, contemple os estudantes na questão de orientação à pesquisa.
Por outro lado, há que se pensar se a redução de 100 para 80 alunos, mudaria significativamente a qualidade do ensino... então será que vale a pena restringir ainda mais a quantidade de pessoas que entram na universidade? Quando falamos de redução de vagas estamos afetando também aqueles que ainda nem passaram pelo vestibular.
Outro ponto: não perceber a redução de vagas como solução não quer dizer que estejamos propondo o aumento de vagas. Temos que ser realistas, calcular o número de professores contratados, disponibilidade deles para orientar pesquisa e extensão e ainda estarem disponívies para as aulas na Graduação. Temos que pensar na verba que o curso dispõe, no espaço físico e nas condições do mercado.
Em relação ao movimento estudantil:
É inegável que enquanto discentes de uma universidade prioritariamente pública que almejam um maior espaço em um Centro prioritariamente Acadêmico, fazemos parte deste movimento. Infeliz e erroneamente, muitas pessoas segregam o grupo de discentes a que tomam parte, do grupo maior que é o próprio grupo estudantil - se o termo facilita a compreensão. E isto ocorre devido ao fato de vários setores do que é o movimento estudantil ser hoje composto por uma cadeia de influências externo-partidárias, as quais de fato, não concordamos. E por este motivo, encaramos com sincera relevância os meios que nesse ramo nos competem, o que significa dizer que estamos engajados em uma idéia organizacional do corpo estudantil, acreditando que este possa ser visto sob uma nova ótica a partir de espaços que pudermos usufruir.
Em relação ao nosso projeto de organizar eventos junto aos grupos de extensão da FHDSS:
Imbuídos do compromisso de sermos parte intrínseca da universidade pública em um campus de heterogeneidades que nos são favoráveis, ansiamos ouvir propostas, encaminhar pensamentos e, principalmente, encontrar uma forma de trabalhar em conjunto com os grupos nos vários aspectos destes, como uma forma não de omitir diferenças no que tange aos objetivos dos discentes de Relações Internacionais, mas sim como forma de conciliar um aprendizado mútuo entre as partes que conseguirmos congregar.
Neste anuênio de 2009, rompendo tradições, a FHDSS não realizou a festa junina. Esta, para quem não conheceu o que ela atinge, é um evento organizado por todos os cursos, grupos, idéias e vontades do nosso campus. É prejuízo para todos pensarmos na hipótese de que este rompimento possa vir a ser nossa nova tradição, bem como acreditar que não há outros eventos em nível cultural ou científico-acadêmico que possamos realizar em conjunto.
A aproximação da entidade CARI com os demais Representantes Discentes:
Tal preocupação é componente de uma crença do grupo Viva Voz que o CARI também faz parte do que se denomina representação discente, e o trabalho em blocos destes RDs somente segrega objetivos e reduz a potencialidade dos mesmos.
Para tal, além da imprensa, à qual atribuímos um caráter de indispensável, pretendemos, de imediato, organizar um banco de dados com os dados de todos os Representantes Discentes do campus, como forma de facilitar o contato com os mesmos. Tais contatos servirão para que organizemos semanal, quinzenal ou mensalmente - a depender das prioridades e da disponibilidade dos RDs - reuniões representativas temáticas, ou seja, com temas-foco das principais situações pendentes em nosso novo campus e suas implicações para com a sociedade. Assim a representação pode ser de fato mais afinada com o que os estudantes desejam e pensam.
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